História do parque temático começa com a chegada dos italianos Irene Toffanin e Giuseppe Urbani ao Brasil, em 8 de dezembro de 1891. E com a vinda de um dos seus filhos, Ernesto, casado com Otília Menegon, para a Cidade de Canela, em 1927, local onde instalou uma oficina mecânica.

 

Mundo a Vapor: herança de descendentes de imigrantes italianos

 

Corria o ano de 1884 quando o Governo Imperial definiu uma nova área para receber imigrantes oriundos da Europa na Província de São Pedro do Rio Grande do Sul. Batizada de Colônia Alfredo Chaves, ocupou o espaço da denominada Roça Reiuna.

Foi lá que o casal formado por Irene Toffanin e Giuseppe Urbani veio morar, tão logo desembarcaram no Brasil, vindos da Itália. Deixaram para trás familiares e parentes, vivendo na Província de Vicenza, na Região do Vêneto, a Noroeste daquela Nação.

A viagem cruzando o Mar Mediterrâneo e o Sul do Oceano Atlântico de Leste para Oeste custou caro aos dois, mas não em termos financeiros. Durante o demorado trajeto, perderam seus filhos, de um e dois anos, para as epidemias grassando a bordo do navio.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Irene Toffanin e Giuseppe Urbani perderam dois filhos pequenos na viagem da Itália para o Brasil, provavelmente levados por epidemias propagadas devido ao excesso de passageiros a bordo, superando duas mil pessoas em espaço tão reduzido

 

Mundo a Vapor: Irene Toffanin e Giuseppe Urbani chegam ao Brasil

 

Com certeza, não foram os únicos a lançar às águas entes queridos levados pela morte. Aportaram no Brasil em 8 de novembro de 1891, logo após a Abolição da Escravatura, em 23 de maio de 1888, e a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1989.

Saltaram no então Distrito Federal, a bela Cidade do Rio de Janeiro, capital brasileira, localizada no, agora, Estado do Rio de Janeiro. Provavelmente, ficaram em quarentena na Cidade de Piraí, situada na Serra das Araras, região de montanhas no Sul fluminense.

Reembarcados em direção ao Sul do País, vieram para a Cidade de Rio Grande, ou para Cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul. Irene e Giuseppe, trabalhando de Sol a Sol, quase nunca comentavam sobre seus passados de dificuldades.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Em foto posterior a 1888 e anterior a 1901, vista panorâmica, de Norte para Sul, do aglomerado de casas da Vila de Alfredo Chaves, cuja denominação mudou para Município de Veranópolis. Ao centro, a antiga Avenida Oswaldo Aranha

 

Mundo a Vapor: nascem Eugênio, Ernesto, Otília e Tereza

 

Instalados em seu pequeno pedaço de terra, testemunharam a mudança de nome do local onde viviam. Como o Estado do Espírito Santo já tinha o Município de Alfredo Chaves, mais antigo, o território na área gaúcha foi rebatizado como Município de Veranópolis.

Plantando e beneficiando erva-mate, o casal foi reconstruindo suas vidas e acumulando algum patrimônio. Ao longo dos anos, vieram quatro filhos: Eugênio, Ernesto, Otília e Tereza — pouco, em relação ao padrão das famílias italianas da época, numerosíssimas.

Com grande amor, enorme dedicação e muito esforço, Irene e Giuseppe criaram a prole oferecendo o melhor de si. Católicos fervorosos, a família cumpria os deveres cristãos: batismo, frequência às missas, primeira comunhão, confissões com o padre, crisma etc.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — À esquerda, reprodução do passaporte com o qual Irene e Giuseppe entraram no Brasil; à direita, eles já idosos, e os quatro filhos adultos: Eugênio, Ernesto, Otília e Tereza. Logo após, Ernesto se casa e conhece a região da Cidade de Canela

 

Mundo a Vapor: Ernesto Urbani conhece a Vila de Canela

 

Durante a infância e a adolescência, em paralelo à educação formal possível — leitura, escrita, contas… —, responsabilidades em casa e ajuda na roça. Todos chegaram à fase adulta capazes de conduzir suas vidas à base do próprio trabalho honesto e responsável.

Assim, além do conhecimento básico para a lida no campo ou na cidade, um dos filhos tornou-se mecânico respeitado: Ernesto Urbani. Considerado como “bom partido” por famílias em busca de marido para suas filhas, casou-se com Otília Menegon, em 1925.

E, como bem comum naqueles anos, foram curtir a Lua de Mel na charmosa Vila de Canela, situada na Serra Gaúcha, região de montanhas a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Para chegar, enfrentaram viagem de três dias, na garupa de cavalos.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Vista do Centro da Cidade de Veranópolis, meados dos anos 1920, momento do casamente de Otília e Ernesto. Eles foram passar a Lua de Mel na Vila de Canela, onde chegaram depois de cansativa viagem de três dias na garupa de cavalos

 

Mundo a Vapor: progresso da Vila de Canela encanta Ernesto

 

Nos muitos passeios realizados, a beleza local encantou os dois. Mas Ernesto acabou especialmente tocado pelo progresso ao redor. Num raio bem próximo, havia cerca de 35 serrarias, todas elas movidas por máquinas a vapor, conhecidas como locomóveis.

Outra coisa importante: um ramal da ferrovia unindo as diversas cidades do entorno com a capital do Estado havia sido inaugurado em 1924. Com certeza, uma oficina de serviços mecânicos teria muito futuro, devido à grande quantidade de possíveis clientes.

Durante os três dias de duração da viagem de retorno à Cidade de Veranópolis, Ernesto começou a elaborar os planos para estabelecer sua oficina mecânica na Vila de Canela. O mais difícil: reunir capital suficiente para bancar as instalações e os equipamentos.

 

Imagem ilustrativa do post “Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800”, desenvolvido a partir da participação do seu autor, João Zuccaratto, jornalista especializado em turismo baseado na Cidade de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, na edição deste ano da Feira Internacional de Turismo de Gramado — Festuris 2017, realizada entre os dias 9 e 12 de novembro, na Cidade de Gramado, situada na Serra Gaúcha, ao Norte do Estado do Rio Grande do Sul.

A beleza da Vila de Canela encantou Otília e Ernesto. Mas ele foi tocado pelo progresso ao redor. Num raio bem próximo, 35 serrarias, movidas à força de vapor, fornecidas por locomóveis, máquinas idênticas a esta da imagem. E também a ferrovia, recém-chegada

 

Mundo a Vapor: surge a “Officina Mechanica de Ernesto Urbani”

 

Foram precisos dois anos para reunir as condições necessárias. Mas, em 1927, o anexo a uma casa em madeira, na entrada do atual bairro de Canelinha, passa a exibir na fachada uma vistosa placa, com os seguintes dizeres: “Officina Mechanica de Ernesto Urbani”.

A previsão de Ernesto Urbani confirmou-se: serviço não faltava. Além dos locomóveis e dos equipamentos da ferrovia, surgiram automóveis, caminhões e motocicletas. Sua fama de profissional qualificado espalhou-se rapidamente, sendo bastante requisitado.

Não se sabe a razão, mas Otília demorou a engravidar do primeiro filho, Osmar, nascido em 1934. Ela deve ter sido muito cobrada por isso. Também fugindo à tradição entre os imigrantes italianos vigente ainda naqueles dias, só tiveram mais dois: Benito e Hermes.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Em 1927, o anexo a uma grande casa em madeira, situada na entrada do atual Bairro de Canelinha, na Cidade de Canela, passa a exibir, na sua fachada, uma vistosa placa, com dizeres anunciando a nova “Officina Mechanica de Ernesto Urbani”

 

Mundo a Vapor: filhos crescem brincando entre equipamentos

 

Com a família vivendo junto ao local de trabalho do pai, as crianças cresceram dentro daquela oficina. Correndo por entre bancadas, escondendo-se atrás dos equipamentos, imaginando grandes máquinas como gigantes, criaram o próprio mundo de faz de conta.

Sucatas eram transformadas em brinquedos, pois não havia condições financeiras para comprá-los em lojas. Aliás, isso só podia ser feito na Cidade de Porto Alegre, para onde se viajava com bastante raridade. Era uma vida simples, mas alegre, festiva, tranquila.

Ao entrarem na adolescência, além da escola, passaram a ajudar o pai nos reparos dos equipamentos. Aos poucos, aquele humilde barracão de beira de estrada transformava-se numa usina de criatividade, despertando talentos até então hibernando nos menores.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Mapa da ferrovia na Serra Gaúcha. A Cidade de Canela foi ligada a partir da Cidade de São Leopoldo. Pouco sobrou deste complexo de linhas, como o utilizado no passeio entre a Cidade de Bento Gonçalves e a Cidade de Carlos Barbosa

 

Mundo a Vapor: Osmar constrói a miniatura de um locomóvel

 

Osmar, o mais velho, demonstrou logo aptidão para a atividade. Em 1950, aos 16 anos, construiu sozinho a miniatura de um locomóvel. E o melhor: ele funcionava a vapor! Benito e Hermes também demonstravam muita habilidade no manuseio das ferramentas.

Os conhecimento e experiência ali acumulados tornar-se-iam fundamentais muito breve. Ajudaram o pai na mudança de endereço, com a oficina transferida para a atual Avenida Júlio de Castilhos, junto ao Centro da Cidade de Canela, uma localização bem melhor.

Pai, trabalhador incansável; mãe, dedicação intensa; filhos, responsabilidade total; vida financeira, se não eram ricos, estavam bem distante de passarem necessidades. Ou seja: uma família feliz. Mas, mal tornaram-se adultos, uma tragédia abalou aquele equilíbrio.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Vista geral da Cidade de Canela por volta de meados dos anos 1920, quando do início de funcionamento da “Officina Mechanica de Ernesto Urbani”. A foto foi tirada quando uma composição, puxada por locomotiva a vapor, partia da estação

 

Mundo a Vapor: Ernesto morre afogado ao cair de ponte

 

Era 16 de julho de 1957, e Ernesto Urbani foi chamado para consertar um locomóvel de uma serraria na localidade de Bom Jesus. Partiu de Jeep, acompanhado de Joanin Corso. Mesmo estando sob inverno rigoroso, dentro do carro os dois viajavam tranquilamente.

Nevava quando o veículo apresentou pane, faltando cerca de 14 quilômetros para chegar ao destino. Desceram, pegaram caixas de ferramentas e, dividindo uma capa de chuva, seguiram a pé. Se não surgisse carona, no mais tardar, estariam lá em umas duas horas.

Com os flocos de neve cobrindo tudo de branco, ao cruzar uma ponte velha, sobre o Rio Cerquinha, Ernesto não percebeu um buraco no piso de madeira. Caiu na água gelada, sendo rapidamente tragado pela correnteza, sem tempo para qualquer reação do Joanim.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Imagem de 1941, de turistas curtindo a neve na Cidade de Canela, mostra os invernos rigorosos na Serra Gaúcha até meados dos anos 1900. Não é de se estranhar Ernesto Urbani não ter visto o fatídico buraco no piso da ponte de madeira

 

Mundo a Vapor: rio devolve corpo de Ernesto 38 dias depois

 

Como não era incomum Ernesto passar noites fora, por não ter conseguido terminar um serviço a tempo de retornar à sua casa, Otília, Osmar, Benito e Hermes só souberam do acidente no dia seguinte, comunicados pelo ferreiro Serafim Dias, um amigo da família.

Deixando a mãe extremamente abalada em casa, os três uniram-se ao grupo buscando o corpo do pai. Enfrentando chuva e frio, procuraram pelas margens, em vão. O rio só o devolveu 38 dias após, sendo encontrado bem longe, cerca de 200 quilômetros da ponte.

Os irmãos, assumindo os compromissos deixados pelo pai, levaram a empresa adiante. Aos poucos, foram modificando as atividades, abandonando os reparos mecânicos. Uma década depois, em 1968, tornando-se indústria, criaram a Laminar Aços para Cutelaria.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Vista do Centro da Cidade de Canela em 1966, um pouco antes da Officina Mechanica de Ernesto Urbani transformar-se na Laminar Aços para Cutelaria, tornando-se uma indústria fornecedora de metais para a produção de facas, facões…

 

Mundo a Vapor: solidez da indústria trocada pelo risco do turismo

 

Quanto anos depois, em 1972, surgia a Metalúrgica Canelense. Esta, em 1984, deu lugar à Metalcan. Cansados da atividade, Osmar e Benito deixaram esta sociedade em 1988. Hermes tornou-se o responsável pela continuidade da tradição criada pelo pai em 1927.

Osmar e Benito não pensavam em aposentar-se. Ao contrário! A intenção era tornar real um sonho ousado, na área do turismo. Ou seja: algo arrojadíssimo em termos de Brasil. E tinha a ver com a velha paixão dos dois pelos locomóveis, o mundo tocado por vapor.

Apoiados pelo irmão Hermes, buscavam criar um espaço no qual crianças de todas as idades pudessem viver emoções semelhantes às vividas pelos três quando zanzavam por entre bancadas, forjas, macacos e tornos manejadas pelo pai, enchendo-os de orgulho.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Em foto do final dos anos 1980, vista da antiga estação ferroviária da Cidade de Canela, transformada em Centro Cultural. Nesta época, Benito Urbani e Osmar Urbani começavam a empreender no setor de turismo com um projeto ousado

 

Mundo a Vapor: engenheiro e arquitetos criam máquina do tempo

 

Explicaram a ideia para Gilberto Basílio Travi, engenheiro e sobrinho deles, e Eliane Blank e Sérgio Montserrat, arquitetos. O grupo então bolou uma espécie de máquina do tempo, confinada em edificação relembrando antigas estações de trem no estilo europeu.

Bastaria a pessoa cruzar a porta de entrada para mergulhar num passado no qual toda a energia voltada à produção era obtida fervendo-se água no interior de caldeiras. E isso seria mostrado através de miniaturas iguais às feitas por Osmar quatro décadas antes.

Gilberto Basílio Travi, agora sócio e criador do nome do atrativo — Mundo a Vapor —, cuidaria da obra à margem da estrada unindo a Cidade de Canela à Cidade de Gramado. Enquanto isso, Osmar e Benito dariam vida às máquinas para compor cenários internos.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Benito Urbani, e o irmão, Osmar Urbani, detalharam o sonho ao engenheiro Gilberto Basílio Travi e arquitetos Eliane Blank e Sérgio Montserrat. Eles criaram uma máquina do tempo, levando o visitante à era de um mundo movido a vapor

 

Mundo a Vapor: fachada inovadora para impactar visitantes

 

Mas uma dúvida atormentava os três empreendedores: o belo visual do prédio e aquele nome sugestivo seriam suficientes para atrair visitantes em quantidades suficientes para tornar o negócio sustentável? Caso contrário, os custos levariam a iniciativa à falência.

Eliane Blank e Sérgio Montserrat apresentaram uma sugestão inovadora para chamar a atenção de todos passando à frente do Mundo a Vapor: reproduzir na fachada o acidente de trem, real, ocorrido na Estação Montparnasse, na Cidade de Paris, capital da França.

Em 22 de outubro de 1895, o expresso puxado pela locomotiva 721 deixou a Cidade de Granville. Durante o percurso, o comboio de 12 vagões, transportando 131 passageiros, atrasou-se e o maquinista aumentou a velocidade, até alcançar 60 quilômetros por hora.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Para chamar atenção das pessoas, os arquitetos Eliane Blank e Sérgio Montserrat foram de uma ousadia ímpar, reproduzindo na fachada do prédio o acidente ocorrido na Estação Montparnasse, na Cidade de Paris, capital da França

 

Mundo a Vapor: acidente reproduzido com fidelidade

 

Chegando ao saguão de desembarque, a composição não parou, arrancou o cavalete de proteção ao final da linha, subiu pela plataforma à frente e continuou avançando, até romper a parede frontal e se projetar para o solo, de uma altura de cerca de 12 metros.

Além dos prejuízos materiais, cinco pessoas ficaram feridas e uma morreu, atingida por destroços do prédio: Marie-Augustine Aquilard, trabalhando na banca de jornais de seu marido. A máquina só foi retirada quatro dias depois, tal a complexidade da remoção.

Mesmo não ficando clara a responsabilidade do maquinista Guillaume-Marie Pellerin, com quase 20 anos de experiência, ele cumpriu dois meses de prisão e pagou multa de 50 milhões de francos, quantia bastante expressiva naquela época para um assalariado.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — O Mundo a Vapor abriu as portas no dia 21 de dezembro de 1991. Uma das réplicas era justamente o locomóvel construído por Osmar Urbani, em 1950. Ela integrava o acervo inicial, reunindo fábrica de papel, olaria, pedreira, serraria…

 

Mundo a Vapor: 25 anos de cultura, curiosidades e história

 

O Mundo a Vapor abriu suas portas no dia 21 de dezembro de 1991. Uma das réplicas era justamente aquele locomóvel construído por Osmar Urbani, em 1950. Ela integrava o rico acervo inicial, reunindo fábrica de papel, olaria, pedreira, serraria, siderúrgica…

Passados 25 anos desde sua inauguração, tornou um dos principais cartões-postais da Cidade de Canela e transformou-se: além de local para simples visitação por turistas, é agora um belo espaço disseminador de conhecimento, cultura, curiosidades e história.

Para comemorar seu primeiro quarto de século de funcionamento, o Mundo a Vapor passou por grande reforma, tendo seu interior repaginado. Além da reestruturação das ambientações, um passeio em estrada de ferro em miniatura enriqueceu os atrativos.

 

Origem do parque temático Mundo a Vapor remonta ao final do século XIX, anos 1800

Mundo a Vapor — Para comemorar seu primeiro quarto de século de funcionamento, o parque passou por grande reforma, tendo o interior repaginado. Além da reestruturação das ambientações, um passeio em estrada de ferro em miniatura enriqueceu os atrativos

 


 

Material produzido a partir da participação na edição deste ano da Feira Internacional de Turismo de Gramado — Festuris 2017, desenvolvida em duas etapas: dias 4 e 5 de novembro na Cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, com apoio da Rede Ficare de Hotéis e da Noratur Trade Turismo e Negócios; e, de 6 a 12 de novembro, na Cidade de Gramado, situada na Serra Gaúcha, ao Norte do Estado do Rio Grande do Sul, com apoio da Pousada Vovó Carolina.

Clique nos trechos em colorido ao longo do texto para abrir novas guias, com informações complementares ao aqui sendo tratado. Eles guardam links levando a verbetes da Wikipedia e sites de empresas, entidades, Governos estaduais, Prefeituras etc.

A repetição da expressão “Mundo a Vapor”, e outras mais, é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo!.

Não se trata de trabalho científico, podendo apresentar erros. Se eles forem apontados, reeditarei o material com as correções. Todas as fotos têm origem identificada. Se o autor de algumas delas discordar do seu uso, basta avisar que será substituída.

Matéria reproduzida pelo Jornal Passaporte, sediado na Cidade de Belém, capital do Estado do Pará, sendo editado a partir da Cidade de Portalegre, no Oeste do Estado do Rio Grande do Norte.